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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Experiência Profissional










O golfe é um esporte empolgante, que exige força, precisão e frieza. Desafia constantemente os jogadores.
Utiliza-se um taco para acertar a bola em um pequeno buraco no menor número possível de tacadas. Uma partida de golfe é jogada em um percurso de 18 buracos. Cada buraco testa o jogador e suas habilidades distintas.

Nós professores devemos ter discernimento para diferenciar os vários tipos de alunos que nos procuram, a fim de aprender métodos, técnicas e truques para evoluir em seu jogo.
Os alunos têm os perfis mais variados possíveis:

O ouvinte é aquele que precisa ouvir muito durante a sessão de treinos, para que possa atingir o ponto esperado.

O visual é aquele que precisa de muitas demonstrações para que possa atingir o ponto que esperamos.

Há ainda o teórico, que requer o suporte máximo em material para pesquisa e assim atingir sua meta.

E há ainda o cinestésico, ou aquele que precisa ser tocado para que consiga assimilar as técnicas que lhe estão sendo ministradas e aplica-las com eficiência.
Há outros fatores que devem ser levados em consideração na hora de prescrevermos as atividades aos alunos, quais sejam:

Biótipo: uma pessoa com sobrepeso é totalmente diferente de uma pessoa alta e magra.
Faixa etária: com crianças ensino deve ser na forma lúdica.
Gênero: homens e mulheres apresentam diferentes desenvolvimentos físicos e formas corporais.
Todos estes fatores, quando levados em consideração, ajudarão de forma significativa no aprimoramento técnico do aluno.

Quando se trata de alunos de alto rendimento, uma grande aliada dos professores é a tecnologia. Podemos utilizar aplicativos, softwares, câmeras de alta velocidade, etc., buscando uma melhor análise do rendimento do golfista, e traçando, de forma mais eficiente, estratégias para trabalhar o ponto correto a ser corrigido.



Julio Azevedo

Head golf Pro
Santa mônica Clube de Campo

Experiencia de 20 anos na área de golf instrução.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Regras



Os jogos como futebol, rugby, basquetebol, tênis, etc., têm sempre um árbitro, cuja missão é assinalar as infrações às regras do jogo cometidas pelos jogadores e aplicar as penalidades correspondentes. No golfe não é assim. Na maioria dos jogos de disputados não existem árbitros, sendo o jogador árbitro de si próprio. O jogador sempre que cometer uma infração às regras deve informar, a ocorrência, ao jogador marcador dos seus resultados, para que este registre no seu cartão a penalidade correspondente. Assim, o jogador que incorra em infração não necessita esperar que o seu marcador ou qualquer outro adversário lhe assinale a infração cometida, até porque estes, podem nem sequer ter notado o fato.

É esta a essência do golfe em que o "fair play" é a sua espinha dorsal, não dando lugar, consequentemente, a disputas conflituosas como em outros esportes.

Julio Azevedo